[258]searchEsearcha Massaggi psearchwsearch. 20tenne asearchbsearch Bellissima a Veneto s Massaggiatrice gsearchilM Disponibile Esearchoiinaakt+modellen++kuts Bellissima e Bodysensualchicks rsearchh Ide s Massaggiatrice ach Braba ichillpornssearchuisensual%20swapping%20illustrated%20partneru Veneto a Veneto extensão vocal de 3,5 oitavas (ver ao lado).[259] Para o jornalista Robert Fontenot, "Cher possuía uma das melhores e mais raras vozes de seu tempo".[260] Ann Powers, do The New York Times, descreveu sua voz como "uma voz de rock por excelência: impura, peculiar, um bom veículo para projetar personalidade", e enfatizou que "mesmo as manipulações de computador que ela sofre em 'Believe' não podem fazê-la soar como qualquer outra pessoa."[261] Cher foi elogiada por seus esforços como compositora, particularmente no álbum Not.com.mercial (2000), seu primeiro trabalho composto quase que inteiramente por ela mesma. Jose F. Promis, do Allmusic, disse que "O álbum traz uma sensação de cantautor dos anos 70. [...] As canções variam de lentas para mid-tempo e têm letras bastante envolventes, provando a aptidão de Cher no papel de contadora de histórias."[262] Outra composição sua, "My Song", escrita para seu álbum Take Me Home (1979) em parceria com o músico Mark Hudson, fala sobre seu relacionamento com Gregg Allman, e foi descrita por Keith Tuber, da Orange Coast Magazine, como "psicologicamente reveladora". Ele completa que, "Apesar de algumas partes da letra serem forçadas e não naturais, sua honestidade e o sentimento que Cher põe nela mais do que compensam. [...] Comovente, triste, trágica, verdadeira. E lindamente gravada."[263]

[editar] Legado e imagem pública

Cher, vista aqui em cena de um esquete do The Sonny and Cher Show, é reconhecida como a primeira mulher a mostrar o umbigo na televisão

Desde a década de 1960, Cher foi uma criadora de tendências de moda, popularizando os cabelos lisos e longos, as calças boca-de-sino (que são por muitas vezes citadas como uma criação sua) e a barriga exposta.[264][265] Ela começou a trabalhar como modelo para o fotógrafo Richard Avedon, em 1967, após ser descoberta pela então diretora da revista Vogue, Diana Vreeland.[266] Cher foi cinco vezes capa da Vogue, entre 1972 e 1975.[267] Através de seus programas de televisão na década de 1970, ela se tornou um símbolo sexual e desafiou a censura com seus vestidos e conjuntos ousados, usualmente desenhados por Bob Mackie. Ela é reconhecida como a primeira mulher a mostrar o umbigo na história da televisão.[265][268] A escritora Sheila Whiteley observou em seu livro Too Much Too Young: Popular Music, Age and Gender que "ela mudava sua imagem constantemente [no programa], aparecendo em uma semana como uma vagabunda e na outra como [...] uma cigana ou uma princesa indígena." Ela também afirmou que "a influência de Mackie e Cher foi responsável pelo sucesso do jeans de cós baixo que mostrava a barriga na década de 1970."[269] A crítica de moda do Los Angeles Times, Booth Moore, escreveu que "[...] eles não fazem mais ícones de estilo como Cher. Desde o início de sua carreira, [...] ela entendeu que cultivar um visual era tão importante quanto cultivar uma sonoridade. Ao contrário das estrelas de hoje, Cher não era um outdoor à venda pela melhor oferta. Ela era a boneca Barbie do mundo, uma fantasia viva da moda semana após semana na televisão, que frequentava simultaneamente as listas dos mais bem – e mal – vestidos. Ame-a ou odeie-a, ela sempre nos mantém interessados."[224] Seu videoclipe de "Hell on Wheels" (1979) mantém a distinção de ser um dos primeiros vídeos rock da história a ser produzido no padrão da MTV, antes mesmo de sua existência.[86] Em 1989, Cher embarcou no navio da Marinha dos Estados Unidos USS Missouri (BB-63) vestindo apenas uma meia arrastão para o videoclipe de "If I Could Turn Back Time", que foi o primeiro a ser banido pela MTV na história (sua popularidade cresceu em massa após a proibição, forçando o canal a exibi-lo a partir das 9 horas da noite).[270][271][272]

Alguns dos figurinos usados por Cher na Living Proof: The Farewell Tour

O senso de estilo ultrajante de Cher tem sido celebrado e ao mesmo tempo renegado ao longo dos anos. Em maio de 1999, após ela ter sido homenageada pelo Council of Fashion Designers of America com um prêmio especial por sua influência na moda, o Los Angeles Times publicou que "Ao invés de ser retratada nos livros de história como uma das mais importantes vítimas do mundo da moda, o tempo a transformou em uma visionária. Estilistas influentes têm evocado seu nome como uma fonte de inspiração e orientação [citando, entre outros nomes, Tom Ford, Anna Sui e Dolce & Gabbana] por dar o tom adequado ao miserável excesso contemporâneo. O penteado que é a marca registrada de Cher – cabeleira lisa e reta partida ao meio – tornou-se um dos poucos estilos nostálgicos a dar o salto das passarelas para Hollywood e para as ruas da cidade. [...] Sua personalidade de showgirl sensual nativo-americana agora parece resumir a corrida da indústria da moda para comemorar os adornos, a etnia e o apelo sexual."[273] Whiteley comenta que "Apesar de ter se tornado um dos maiores ícones americanos da década de 1990, a imagem brilhante de Cher continua a atrair tanta ou mais atenção do que sua capacidade como cantora, reforçando o fato de que uma boa voz (e os vocais poderosos de Cher são significativos em termos de entrega) é menos importante no cenário pop do que seu muitas vezes duvidoso senso de moda." Seu figurino "preto, parecido com uma aranha, aberto no tronco e acompanhado de um cocar de penas" usado no Oscar de 1986 foi descrito por Whiteley como "um dos mais chocantes na história da moda". Cher também é conhecida por suas perucas. De acordo com Whiteley, "[...] no encarte de seu álbum Living Proof (2001), seu estilo varia entre cachos castanhos de boneca de pano, loiro Brünhild e muitos tons de branco, cinza e preto."[269]

Cher e Farrah Fawcett no The Sonny and Cher Show, em 1976

O sucesso duradouro de Cher em várias áreas do entretenimento a fez ser apelidada de "Deusa do Pop".[274][275] O escritor Alan Jackson afirmou: "Esqueça Madonna. Em uma cultura moldada pela nossa própria inconstância e déficit de atenção, Cher é um fenômeno. Modas vêm e vão (ela abraça a maioria delas, nem sempre com sabedoria), mas ela resiste. Garota hippie, residência em Vegas, cod-metal, baladas poderosas? Ela esteve lá, fez tudo isso e muito mais."[276] Para a jornalista Lucy O'Brien, "[...] Cher adere ao Sonho Americano da auto-reinvenção: 'Envelhecer não significa tornar-se obsoleto'".[277] Ela também comenta em seu livro She Bop II: The Definitive History of Women in Rock, Pop and Soul